FELIZ ANO NOVO – FELIZ 2017

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A todos os amigos, todos os leitores do Blog, todos os Blogs parceiros, a todos que acompanham o meu trabalho e que espero, continuarão acompanhando por muito tempo.

Felicidade sempre! Que nossos caminhos sejam sempre possíveis de trilhar e que sempre alcancemos nossos objetivos. Temos mais muitos dias e muitos posts e muitas opiniões e muitas boas leituras pela frente.

Feliz 2017!

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RESOLUÇÕES DE FINAL DE ANO

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Todo mundo se prepara para a virada do ano com um monte de ideias sobre como ter uma vida melhor dali para frente.

O dia trinta e um de dezembro fecha uma etapa que foi boa, ruim, desgastante, agradável, desagradável, cheia de alegrias ou até mesmo tragédias, mas dali para frente tudo vai ser diferente. As pessoas vão passar a virada do ano de roupas de cores variadas, branco para ter paz, amarelo para ter dinheiro, vermelho para amar muito, verde para esperança, sabe-se lá de que, roxo, preto, lilás e talvez até, na cor que criaram há pouco tempo o nude (quem quiser que explique o que é essa cor). Enfim, passar a noite de réveillon marca o início quase de outra vida. Dali pra frente eu vou ser lindo! Vou achar o sapatinho da Cinderela! Vou achar um príncipe (ou princesa) encantado (a)! Vou morar na Europa!

Das resoluções mais comuns encontramos coisas como: parar de fumar, parar de beber, viajar, concluir cursos e trabalhos de conclusão de curso, teses, outras coisas que estão paradas nas gavetas, ter um filho, escrever um livro, ir para Marte, mas entre todas, as vencedoras são: Vou emagrecer e fazer atividade física!

As pessoas deveriam perceber que as mudanças ocorrem durante a vida e durante o nosso crescimento dia a dia. Fazer uma festa de Réveillon é muito bom. Um baile de final de ano como era de praxe antigamente e onde se reunia a sociedade local era no mínimo, delicioso. Encontrar parentes e amigos e abraçar, beijar e desejar feliz Ano Novo é, sem dúvida, a melhor coisa a se fazer nesse dia. Eu adoro abraçar qualquer dia!

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Mas e a lista de mudanças para o Ano Novo? Será que conseguimos cumprir nossas vontades daquele momento? Hoje eu quero parar de beber vodca, mas e se pintar uma festinha daquelas no dia dois de janeiro? E se me convidarem para um churrasco de aniversário, casamento? E se no meio do caminho eu perceber que meu relacionamento não está bom e filho não está na hora de vir? Se não conseguir comprar passagens para Marte?

O melhor a fazer é reunir os amigos, ama-los todos e a todo mundo, curtir a festa da passagem e realizar os projetos de vida todo dia e sempre. A gente se torna pessoas melhores a cada dia que decidimos por isso.

Feliz Ano Novo! Muitas realizações! Planos realizados e sucesso! Amo vocês!

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HOUVE UM TEMPO

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Houve um tempo em nossas vidas

Em que o sol brilhava mais forte,

Não havia nuvens a espreitar cada ato,

Não havia trevas, não havia dor…

 

Houve um tempo em nossas vidas

Que o amor falava mais forte

E tudo era perfeito e maravilhoso,

Havia o encontro de nossas almas

De nossos corpos, de nossas bocas…

 

Houve um tempo em nossas vidas

Onde não existia nada mais que nós,

Não existia música que não a nossa,

Som que não nossos suspiros e juras secretas,

Necessidade que não um do outro…

 

Houve um tempo em nossas vidas

Que passou como tudo passa,

Que acabou porque acabou o desejo (?),

Que hoje na memória ainda machuca

Lembrar que estamos separados,

– eu ainda te amo –

Houve um tempo em nossas vidas…

Houve vida naquele tempo…

 

FELIZ NATAL

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Meus amigos,

Nessa época do ano a gente acaba correndo um pouco mais e por isso mesmo ando postando menos coisas no Blog. Adoro postar meus textos por aqui e gosto mais ainda quando sei que vocês leram e me dão suas opiniões, republicam em seus Blogs, enfim, sei que vocês e eu  estamos em contato desde sempre trabalhando para mostrar coisas legais nossas que produzimos.

O ano chegou ao fim e temos o Natal. Natal é a época do ano onde nossos sentidos ficam mais aguçados e a gente acaba ficando muito mais sensíveis. Natal é uma época de  reunir família e distribuir beijos e abraços. Trocar presentes quando dá, quando não dá, a simples convivência, o estar perto, estar juntos na ceia, no almoço ou em outras comemorações de acordo com cada família faz com que esqueçamos que passamos o ano todo separados enfiados em nossos afazeres e quase nem telefonamos para o familiar querido, ou nem tanto querido, não importa.

Então é Natal. Desejo a todos muita fé, sem Ele, não adianta, muita alegria, muito amor e em janeiro a gente pensa no estrago que a comilança fez.

Beijos a todos.

 

VIAGEM V

Houve aquela viagem que o Júnior fez para o norte de Minas em um projeto Rondon.

Claro que depois de alguns lugares aí pra cima no estado – em direção ao norte – os ônibus caem de qualidade assustadoramente. E lá estava o meu amigo metido numa jardineira a caminho de algum lugar que, certamente, não consta do mapa.

A viagem por essas bandas é daquelas onde se respira tanta poeira no trajeto que, quando se chega, se tossir, sai um tijolo.

Ele tentava dormir um pouco para passar rápido o infortúnio e em uma das mil paradas, entrou um homem velho segurando um pato e se sentou bem a sua frente. A situação já não era muito agradável, mas fazer o  quê?

Outra cochilada, outra parada e entrou uma mulher gorda – gorda “a più non posso” – e coloca no maleiro em cima da cabeça do velho que segurava o pato, a sua bolsa.

Mais algumas chaqualhadas e mais poeira e mais entra e sai de passageiros… De repente, depois de muito balançar, os dois litros de melado de cana, que estavam dentro da bolsa da mulher gorda, expulsaram as rolhas de papel e, como champagne, o melado saiu caindo exatamente na cabeça do velho que soltou o pato. A ave assustada, gritando, voa sobre os outros passageiros, que também alvoroçados, se levantaram também gritando.

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No meio da balbúrdia, havia aqueles que tentavam segurar o pato, os que tentavam estancar a hemorragia do melado e outros que tentavam levantar a mulher gorda encalhada no assento pequeno no ônibus.

O motorista, vendo tanta algazarra, para o ônibus e quer saber o do ocorrido. Inteirado da situação com cara emburrada diz:

– Que botem pra fora o pato!

E ficou no ar a pergunta: E quem vai pagar o pato?

CHARLES CHAPLIN

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Pensamos demasiadamente e sentimos muito pouco. Necessitamos mais de humildade que de máquinas. Mais de bondade e ternura que de inteligência. Sem isso, a vida se tornará violenta e tudo se perderá.

Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis.

Que os vossos esforços desafiem as impossibilidades, lembrai-vos de que as grandes coisas do homem foram conquistadas do que parecia impossível.

O amor perfeito é a mais bela das frustrações, pois está acima do que se pode exprimir.

PENSAMENTOS

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No alto da colina,

Um vulto azul se descortina:

– É o céu que desaparece

Nas sombras de uma noite próxima.

O sol morreu há muito de cima

Dos mais altos morros, escurece…

 

Eu encontro no mar

Um sonho perdido a voar

Por entre peixes multicores…

A lua reflete-se nas águas,

Meu rosto talvez, transpire mágoas

De dias passados, meus amores…

 

Tenho sonhos, talvez…

Que me falhe a última vez!

Tenho sonhos, tenho-os tantos

E conservo meus tristes enleios,

Quero tê-los, vejo que não sei-os,

Mas amo: – tantos existem. Quantos?

 

Sei que a lua não me olha,

E que há árvore que se desfolha

Passam o seu tempo na sua vida…

E os meus galhos crescem, apodrecem,

Não há mais luz nos olhos, fenecem

Corpo e alma recordando mi’a ferida.

 

A dor no peito, a loucura

Tudo faz-me tornar impura

A vida que desejei não ter…

Fito-me no balanço do vento,

Sinto-me frio, exposto ao relento,

Querendo, lutando por viver.

A MANSÃO DO RIO VERMELHO

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“Aproveite o Natal para presentear quem você ama com um livro cheio de suspense. magia e aventura.
Dê o livro ‘A Mansão do Rio Vermelho’ para seus parentes e amigos e divirtam-se nas páginas da sexta obra do escritor Artur Laizo”

Leia o primeiro capítulo: http://migre.me/vBNKt
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ESPERO QUE O NATAL DE TODOS SEJA MUITO BOM!

VIAGEM IV

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Minha primeira viagem de avião foi um presente dos deuses. Meus amigos da faculdade todos, já tinham feito Projeto Rondon – um programa do governo muito bom para assistência às regiões menos favorecidas do país que não deveria ter terminado nuca -, e na época, eu não tinha podido ir. Com certeza, foram problemas de dinheiro para coisas extras, como sempre na minha vida de acadêmico. Enfim a residência, depois de diversas tentativas em outros locais, em Juiz de Fora mesmo.

A Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, mantinha um campus avançado em Tefé, na Amazônia e, lógico, quando convidado, aceitei ir. Meus amigos fizeram Rondon no norte de Minas e eu faria no norte do país! Uau! Que ótimo!

Claro que a saída de Juiz de Fora naquela noite fria e chuvosa foi um caos. Parecia que eu iria para uma guerra. Mas isso não vem ao caso agora.

Entramos no avião, doze pessoas, todos com a camiseta do “Rondon” e o DC10 levantou voo. A sensação de voar é fantástica e poucos de nós tínhamos feito uma viagem de avião. Estávamos muito felizes, esquecemos problemas, faculdade, hospital, namoradas, namorados, amigos, família…

Após a parada em Brasília, eu já era amigo de todas as aeromoças. Nova decolagem e almoço – todos nós tomávamos duas bebidas diferentes e comemos um banquete – tudo era prazer. Na época, as empresas aéreas serviam comida, bebida e o que pudesse de melhor.

Claro que continuamos tomando cerveja e tirando retratos e conversando com outros passageiros até a derradeira descida em Manaus. O maior problema foi guardar o monte de blusas e agasalhos com que saímos de Juiz de Fora e aterrissarmos naquele aeroporto a quarenta graus o ano todo.

O efeito da cerveja não nos fez prestar muita atenção no calor e continuamos nossa festa no ônibus que nos levou até o “remanejo”, cantando:

– O homem chega, já desfaz a natureza, tira rio põe represa, diz que tudo vai mudar…

 

http://www.projetorondon.defesa.gov.br/portal/index/pagina/id/9718/area/C/module/default

ETERNO SOLITÁRIO

solitario

Sou o eterno solitário

Que vaga nas ruas desertas

Procurando paz.

 

Sou o eterno solitário

E procuro matar

minha sede,

minha fome,

minha ânsia

De encontrar a liberdade,

a justiça verdadeira…

 

A voz cala-me no peito,

As lágrimas secam-se em seu ventre.

não posso falar,

não devo chorar…

Serei eu o único solitário?